O pai da criança, Cristiano Santos, expressou o choque e a confusão que a família enfrentou. "Estávamos muito abalados, mas, quando surgiu aquela pequena esperança, tudo ficou ainda mais doloroso", desabafou.
Durante o velório, um farmacêutico presente no local usou um oxímetro infantil e observou sinais de saturação de oxigênio e batimentos cardíacos fracos na bebê, ele então acionou o Corpo de Bombeiros, que realizou novos testes, confirmando a presença de 84% de saturação de oxigênio e 71 batimentos por minuto, a bebê foi rapidamente encaminhada ao hospital, onde passou por um eletrocardiograma, que não detectou sinais elétricos, e permaneceu sob cuidados até nova confirmação de óbito.
O hospital Faustino Riscarolli, responsável pelo atendimento, explicou que a menina havia sido declarada morta por volta das 3h da manhã daquele sábado, após receber os devidos cuidados médicos, no entanto, com os sinais observados mais tarde, por volta das 19h, a equipe médica repetiu os exames e concluiu, mais uma vez, que não havia sinais vitais.
O proprietário da Funerária São José, Áureo Arruda Ramos, contou que foi acionado pela família após a suspeita de que a bebê ainda poderia estar viva. "Disseram que a bebê estava mexendo a mãozinha, apertando, eu orientei a família a chamar os bombeiros ou um médico", relatou.
Diante da incerteza e da complexidade do caso, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu uma investigação aprofundada das circunstâncias da morte, enquanto a Polícia Científica aguarda a conclusão do laudo pericial.
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