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Domingo, 25 de Janeiro 2026

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Bebê de 8 meses é retirada de velório após sinais vitais serem detectados em Santa Catarina

Após nova avaliação médica, hospital confirmou novamente o óbito; Polícia Científica investigará o caso e emitirá laudo conclusivo em até 30 dias

Bebê de 8 meses é retirada de velório após sinais vitais serem detectados em Santa Catarina
G1 Santa Catarina
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Uma bebê de oito meses foi retirada de seu próprio velório após apresentar sinais de vida em Correia Pinto, na Serra Catarinense, no último sábado (19). Segundo a prefeitura, a menina foi levada novamente ao hospital onde havia sido declarada morta, mas, após novos exames, os médicos confirmaram mais uma vez o óbito, a Polícia Científica está encarregada de elaborar um laudo conclusivo sobre o caso, previsto para ser entregue em até 30 dias.

O pai da criança, Cristiano Santos, expressou o choque e a confusão que a família enfrentou. "Estávamos muito abalados, mas, quando surgiu aquela pequena esperança, tudo ficou ainda mais doloroso", desabafou.

Durante o velório, um farmacêutico presente no local usou um oxímetro infantil e observou sinais de saturação de oxigênio e batimentos cardíacos fracos na bebê, ele então acionou o Corpo de Bombeiros, que realizou novos testes, confirmando a presença de 84% de saturação de oxigênio e 71 batimentos por minuto, a bebê foi rapidamente encaminhada ao hospital, onde passou por um eletrocardiograma, que não detectou sinais elétricos, e permaneceu sob cuidados até nova confirmação de óbito.

O hospital Faustino Riscarolli, responsável pelo atendimento, explicou que a menina havia sido declarada morta por volta das 3h da manhã daquele sábado, após receber os devidos cuidados médicos, no entanto, com os sinais observados mais tarde, por volta das 19h, a equipe médica repetiu os exames e concluiu, mais uma vez, que não havia sinais vitais.

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O proprietário da Funerária São José, Áureo Arruda Ramos, contou que foi acionado pela família após a suspeita de que a bebê ainda poderia estar viva. "Disseram que a bebê estava mexendo a mãozinha, apertando, eu orientei a família a chamar os bombeiros ou um médico", relatou.

Diante da incerteza e da complexidade do caso, o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) pediu uma investigação aprofundada das circunstâncias da morte, enquanto a Polícia Científica aguarda a conclusão do laudo pericial.

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FONTE/CRÉDITOS: Informações site G1 / Mat. Léo Miranda
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