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Terça-feira, 09 de Junho 2026
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Câmera registra momento em que advogado desaparece após deixar amigo no rio Paraná

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Câmera registra momento em que advogado desaparece após deixar amigo no rio Paraná
G1
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O desaparecimento e a trágica morte do advogado Lucas Gargantini Rodrigues, de 30 anos, têm comovido a região noroeste do Paraná. Lucas foi visto pela última vez na tarde de sábado (15), após deixar um amigo na beira do rio Paraná, no Porto Maringá, em Marilena. Seu corpo foi encontrado na tarde de segunda-feira (17), a 65 km de onde seu barco foi localizado vazio e com o motor ligado.

Uma câmera de monitoramento registrou o momento em que Lucas deixou o amigo na margem do rio. Nas imagens, é possível ver o advogado entregando um copo e uma caixa térmica ao amigo, que estava em terra. Em seguida, o amigo ajuda a empurrar o barco de volta para a água, e Lucas dá partida no motor, seguindo sozinho rio adentro. Chama atenção o fato de que nenhum dos dois usava colete salva-vidas.

Pouco depois, o barco de Lucas foi encontrado vazio e com o motor ainda funcionando, próximo à ilha Taranã. O corpo do advogado foi localizado por pescadores na segunda-feira, boiando no rio, nas proximidades do Porto 18, em Querência do Norte. O Corpo de Bombeiros confirmou a identidade de Lucas e informou que o corpo estava a 65 km de onde o barco foi achado.

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Lucas era morador de Marilena e deixou uma esposa e uma filha de cinco anos. Sua mãe, Eliana Gargantini, contou que ele saiu de casa cedo no sábado para inaugurar um trapiche (uma ponte que avança sobre o rio) com amigos. No final da tarde, ele voltou à margem para levar um amigo de volta à cidade, mas não retornou ao local onde os outros estavam.

"Ele saiu de casa às 5h da manhã para ir ao trapiche com alguns amigos. Às 16h30, ele veio trazer um amigo na barranca do rio e voltou sozinho, mas não chegou ao local onde todos estavam", relatou Eliana, emocionada.

A Polícia Civil e a Marinha do Brasil estão investigando as circunstâncias da morte de Lucas. A Marinha informou que instaurou um inquérito administrativo para apurar o caso. A família e amigos destacam que Lucas tinha experiência em pilotar barcos e costumava pescar e passear pelo rio com frequência.

 

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FONTE/CRÉDITOS: Inf. G1 / Mat. Léo Miranda
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