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Sábado, 25 de Abril 2026

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AMOR OU PAIXÃO ?

Sente e Reflita !

AMOR OU PAIXÃO ?
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Algo muito comum no decorrer de nossas vidas é nos depararmos com diferentes tipos de dúvidas, por exemplo: qual time vou torcer? que profissão vou seguir?, etc. Na esfera dos sentimentos e relacionamentos as dúvidas podem gerar disfunções que podem acarretar circunstâncias contraproducentes, desde questões singelas como: me permito ou não?, até outras mais complexas no sentido de: será amor ou paixão? Como então perceber com coerência algo de tamanha importância como está?

Como definir sentimentos diante de um contexto que desde a infância se aprende a banalizar e oprimir emoções, principalmente quando se trata da esfera masculina. Gosto da citação do filósofo Mario Sérgio Cortela que menciona uma passagem no clássico da Disney, Alice no país das Maravilhas, quando a personagem chega a uma encruzilhada e é questionada, por onde você vai? E a mesma responde: Não sei!. E a indagação vem, quando você não sabe, qualquer caminho se torna um caminho. Com isso, vamos tentar então esclarecer algumas questões para que possamos ter mais consciência diante das escolhas sobre nossos caminhos.

Paixão, eu particularmente vejo tal sentimento como uma força interna que aparece gerando muita confusão, tanto emocional quanto orgânica, ou seja, diante de uma paixão é muito comum que haja picos hormonais e de alguns neurotransmissores geradores de prazer, como exemplo a dopamina e ocitocina, através da compreensão desta dinâmica fica mais fácil entender por qual motivo muitas vezes ocorre a famosa dependência afetiva, pois quando se trata de prazeres pode eliciar vícios que inclusive rebaixam nosso senso crítico como outros quaisquer.

Amor, já neste caso, que traz muitas teorias apontando inclusive este sentimento como a maior força existente do universo, eu penso que se parte de pressupostos mais amplos e dignos. O amor pode ser percebido como uma escolha, por exemplo, eu escolhi amar “fulano” mesmo na cadeira de rodas, ou eu escolhi amar “ciclana” mesmo morando a quilômetros de distância. Vejo o amor através de uma construção, algo que precisa ser cultivado e respeitado, honestamente não consigo acreditar em amor à primeira vista, afinal sinto que para amar algo ou alguém é necessário conhecer, e na maioria das vezes para conhecer de verdade é necessário algum tempo.

Indiferente das concordâncias ou não, admiro o que traz Carl Gustav Jung, onde diz que quando olhamos para fora sonhamos, mas quando olhamos para dentro nos despertamos. Vejo muito do nosso tempo ser consumido por questões externas, dinheiro, trabalho, religião, lazer, família, entre outros, mas pelo olhar aprofundado sobre nós mesmos é que identificamos o que realmente pensamos, fazemos e sentimos, sendo assim, conseguimos com muito mais leveza identificar os caminhos e alcançar os destinos que realmente queremos chegar. Portanto, sente e reflita.

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