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Sábado, 25 de Abril 2026

Colunas/Sente e Reflita

NOSSAS INCOERÊNCIAS DE CADA DIA

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NOSSAS INCOERÊNCIAS DE CADA DIA
Léo Miranda
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Ao considerarmos principalmente o contexto sociocultural do ocidente, percebemos o quanto se torna evidente que o machismo deixa sintomas que refletem de uma forma, tal qual me arrisco a dizer global, pois quando homens reprimem sentimentos e desejos desde muito cedo refletem comportamentos abusivos e contraproducentes, inclusive nas mulheres que fazem parte do seu ciclo social. Tal opressão pode acarretar em desorganização, inclusive conflitos internos que por vez ou outra, de maneira episódica ou não, podem tirar nossa paz interior. Como perceber e quem sabe amenizar as consequências?

Vários teóricos já perceberam e elaboraram técnicas e estratégias com a intenção de amenizar sofrimentos, que quando elucidados podem parecer facultativos. Carl Gustav Jung escreveu sobre a importância de trazer luz para a sombra, ou seja, sair do automático e tornar consciente conteúdos inconscientes, que muitas vezes direcionam nossas vidas nos confundindo com o romantismo da crença no destino. Outro grande nome da psicologia, Carl Rogers, dissertou sobre o conceito da incongruência, que no senso comum significa falar uma coisa e fazer outra, questão que infelizmente se apresentam em circunstâncias muito próximas.

Já para Sigmund Freud, um dos principais nomes e sem dúvidas o precursor da psicologia em muitos ambientes e vertentes, a famosa neurose, que para ficar didático pode ser compreendido como o confronto entre a razão e a emoção, pode ser considerada a natureza da maior parte de nossos comportamentos incoerentes, como exemplo falar que a cerveja faz mal segurando uma lata na mão. Vale ressaltar que este texto não tem como intuito colocar juízo de valor, mas sim trazer uma percepção ampliada, ofertando subsídio na prevenção de crenças e comportamentos considerados disfuncionais.

Para finalizar a reflexão torna-se legítimo parafrasear o pai da psicologia analítica, Jung, que apresenta o discurso explicando que nós deveremos ser vistos e compreendidos como referência e não como reverência, pois mesmo que o sujeito apresente conhecimento, sabedoria, determinação, comprometimento, entre outros, ele ainda continua um ser-humano passível de sentir fome, dor, raiva, preguiça, etc. que justifica a inerente incoerência presente no ser-humano. Portanto sente e reflita.

 

FONTE/CRÉDITOS: Ricardo Antunes Westphal

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