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Quarta-feira, 21 de Janeiro 2026

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Oito Anos Após Tragédia, Altônia Recorda Vítimas de Acidente que Matou 20 Pessoas

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Oito Anos Após Tragédia, Altônia Recorda Vítimas de Acidente que Matou 20 Pessoas
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Hoje, 31 de outubro, completam-se oito anos de uma das maiores tragédias que marcaram a cidade de Altônia. No fatídico dia, um ônibus da Secretaria de Saúde, transportando pacientes para tratamento de catarata em Umuarama, colidiu de frente com um caminhão, resultando na perda de 20 vidas e deixando 10 pessoas gravemente feridas.

Na época, o atual prefeito e secretário de Saúde eram responsáveis pela gestão, mas ambos já não ocupam mais esses cargos. Edson dos Santos Souza, então secretário de Saúde, relatou que o ônibus partiu de Altônia às 5h30 daquela manhã, com o objetivo de levar os pacientes para um hospital em Umuarama. "O hospital havia reservado um dia inteiro para o atendimento desses pacientes", recordou Souza. No entanto, no trajeto, a colisão com o caminhão mudou tragicamente o destino das famílias envolvidas. Após o choque, o ônibus foi arrastado e pegou fogo, sendo consumido pelas chamas antes que houvesse qualquer chance de resgate.

Em resposta à tragédia, o prefeito Amarildo Ribeiro Novato, que na época estava à frente da prefeitura, decretou luto oficial de três dias em Altônia. O município suspendeu o funcionamento dos serviços públicos durante esse período, e o Ginásio de Esportes foi disponibilizado para os velórios das vítimas, oferecendo um espaço onde a comunidade pôde se reunir para prestar suas últimas homenagens.

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A dor das famílias, no entanto, foi prolongada pela demora na liberação dos corpos. O Instituto Médico-Legal (IML) de Umuarama liberou apenas dois corpos de imediato: o do motorista do caminhão e de uma passageira do ônibus. Os demais 18 corpos precisaram passar por exames de DNA para identificação, devido ao estado dos restos mortais. Com o auxílio do Instituto de Criminalística de Curitiba, o processo de análise genética levou entre 30 e 40 dias para ser concluído, exigindo dos familiares uma espera dolorosa.

Os Feridos: Um Longo Caminho de Recuperação

As 10 vítimas sobreviventes, muitas em estado crítico, foram levadas ao hospital Cemil, em Umuarama. Relatórios da época indicaram que os pacientes apresentavam queimaduras de diferentes graus, além de fraturas faciais e outras lesões. Apesar das condições graves, todos estavam conscientes e respirando bem ao chegar ao hospital. Aqueles que precisaram de tratamentos mais específicos foram posteriormente encaminhados a outras instituições para atendimento especializado.

Memória e Saudade

Oito anos depois, Altônia ainda carrega o luto e a saudade das vítimas, relembrando o impacto dessa tragédia na vida de tantas famílias. A data é um momento de reflexão para a comunidade, que presta homenagens e guarda na memória aqueles que partiram de forma tão abrupta e dolorosa.

 

 

 

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FONTE/CRÉDITOS: Léo Miranda
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