-A ministra Rosa Weber, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta sexta-feira, 22, a favor da descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.
Na sequência, o ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque e interrompeu a votação, que estava sendo realizada no plenário virtual. O pedido de destaque é justamente a solicitação para levar para o plenário físico um julgamento que corre virtualmente. Nova data para retomar o debate ainda não foi marcada pela Corte.
- Rogério Marinho já tem assinaturas para propor plebiscito sobre o aborto.
- Por 9 a 2, STF rejeita tese do marco temporal para demarcação de terras indígenas.
Supremo descartou que comunidades originárias só podem reivindicar terras já ocupadas em 5 de outubro de 1988.
- Ministro da Previdência promete reduzir fila do INSS até dezembro.
Carlos Lupi afirmou em audiência na Câmara dos Deputados que a meta é que solicitações e pedidos cumpram o prazo máximo permitido por lei, que é de 45 dias.
- Equipe econômica vê solução ‘atabalhoada’ da Câmara para aplicar piso da Saúde em 2023.
*o governo ainda está avaliando se prossegue com a estratégia de consultar o TCU sobre a não aplicação dos pisos neste ano.
-Ataques de Gleisi ao TSE surpreendem e incomodam Lula.
Em discussão na Câmara, presidente do PT criticou a interferência da Justiça Eleitoral nos partidos e questionou até mesmo a existência do TSE; Moraes repudiou as críticas.
-Para se manter na liderança da bancada, despachar de uma sala estrategicamente localizada em frente ao Plenário e comandar uma equipe de cerca de 20 assessores, o líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF), se meteu em uma enrascada que deixou o ninho tucano em polvorosa. O anúncio de que o senador capixaba Marcos do Val aceitou trocar o Podemos pelo PSDB a convite do líder, provocou uma onda de indignação na legenda que jogou por terra a tentativa de manter a estrutura da liderança tucana no Senado. Do Val seria o terceiro senador da minguada bancada do PSDB — quantidade mínima, pelas regras da Casa, para ter o direito de indicar líder de bancada, com cargos e gabinetes específicos.
Fonte: Edmar Soares- Jornalista Olho Vivo.
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