- “Respeito, mas discordo”, diz Moro sobre pedido de cassação. Procuradoria Eleitoral do Paraná também solicitou a inelegibilidade do congressista em parecer enviado ao TRE-PR.
-Congresso derruba 13 vetos em maior derrota para Lula e Haddad. Desoneração da folha custará R$ 18,4 bi; marco temporal atende o agro e queda de veto ao arcabouço tira do Planalto a liberdade para investir em 2024.
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Lula se diz feliz por ter colocado um “ministro comunista” no STF. Petista celebrou aprovação de Flávio Dino, que foi filiado ao Partido Comunista do Brasil por 15 anos, à Suprema Corte.
-Com 38 ministérios, Lula defende que ainda há poucos no governo. Petista diz que existem poucos ministros para a quantidade de assuntos do país; nova reforma ministerial pode ser feita em 2024.
-Em aceno ao STF, Lula reunirá ministros em jantar na casa de Barroso.
Todos os ministros da Corte foram convidados pelo presidente para o evento de fim de ano na próxima terça-feira. Além da confraternização, devem pautar o encontro assuntos como a relação com o Congresso.
-Em sexta atípica, Câmara decide reforma tributária e MP das Subvenções.
Reforma tributária e MP da Subvenção do ICMS são pautas prioritárias para governo federal. Matérias devem ser votadas nesta sexta na Câmara.
-No STF, Dino herdará processo contra Bolsonaro por pandemia da Covid.
Flávio Dino assume o cargo de ministro do STF, em fevereiro de 2024, com a responsabilidade por 344 ações que eram de Rosa Weber.
-Venezuela e Guiana concordam em não usar a força para resolver disputa territorial.
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STF dá 18 meses para Congresso regulamentar licença para pais no trabalho.
Tempo do benefício não foi definido por lei e será igual ao das mães caso inércia persista.
Fonte: Edmar Soares- Conexão Brasília com o jornalista Olho Vivo.
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